Conquistas do Ballet de Ibiporã no Festival do Mercosul

Conquistas do Ballet de Ibiporã no Festival do Mercosul

Conquistas do Ballet de Ibiporã no Festival do Mercosul

Escola Municipal de Ballet da Secretaria de Cultura e Turismo foi destaque no Festival do Mercosul, com dez troféus de 1º lugar e vaga em competições no exterior

O grupo de 32 bailarinos e professores da Escola de Ballet da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Ibiporã (SMCT) retornou no final de semana de Puerto Iguazú, na Argentina, com várias premiações na bagagem e classificações para competir em outros eventos e festivais. A equipe participou do 24º Festival de Danzas del Mercosur entre os dias 5 e 8 de setembro, com viagem bancada pela Prefeitura e a hospedagem viabilizada pela Associação de Pais do Ballet de Ibiporã. Viajaram com o grupo o secretário Agnaldo Adélio, a diretora da escola, Leila Assis, e diretoras da Associação dos Pais.

Foram dez troféus de 1º lugar e cinco de 2º lugar em diferentes categorias. Entre os destaques de Ibiporã na Argentina, os bailarinos Amanda Clemente, Ivo Junior e Stephany Silva obtiveram vaga para participar da edição de 2019 de uma das maiores competições de dança do mundo, o All Dance Internacional, em Orlando (EUA). A escola também se classificou para o projeto “Dançar na Disney” 2019, nos EUA. A administração municipal parabeniza toda a equipe pelo empenho e por representarem Ibiporã com brilho e destaque no evento.

Confira as classificações especiais:

* Dançar na Disney / Edição 2019) (convite feito a toda a escola)

* Vaga para o Festival de Belo Horizonte (Geovanna Okamoto)

* Vaga para o Summer Brasil, no Rio de Janeiro (Geovanna Melhado, Amanda Clemente e Stephany Silva)

* Vaga para competição em Orlando (Amanda Clemente, Ivo Junior e Stephany Silva)

* Festival CBDD em Fortaleza (todas as coreografias do grupo)

* Convidada especial para o Festival Fendafor/ Fortaleza (Amanda Clemente)

* Melhor coreografia: “Fresky”

* 10 primeiros lugares:

* Coreografias La Fille Mal Gardée, Coppelia, Diana, Pas de Deux de Dom Quixote, Pas de Deux de Diana e Acteon, Fresky, Cupidos, Flamenco, Filling e Mandacaru.

* 5 segundos lugares:

Coreografias Amiga de Kitri, esmeralda, A boneca, Gamzatti e Guérir

* 2 terceiros lugares:

Coreografias Kitri e Basílio

Divulgação:Secretaria Municipal de Cultura e Turismo

43 3178-0215/ 3178-0216

Visite nosso site: culturaeturismo.ibipora.pr.gov.br

e-mail: fcibipora@gmail.com

 

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ORAL SIN COMEMORA 4 ANOS COM O “DIA DO APOSENTADO”

ORAL SIN COMEMORA 4 ANOS COM O “DIA DO APOSENTADO”

ORAL SIN – IBIPORÃ     4 ANOS DE SUCESSO!

A Oral Sin de Ibiporã que tem á frente a querida Odontóloga Maryanne Ribeirete Zucoloto,comemorou 4 anos de sucesso esse mês de Janeiro. Oferecendo um café da manhã para clientes e aposentados,a clínica mediu glicemia,aferiu pressão arterial e bateu papo com os participantes desse dia tão especial!! Parabéns Dra Maryanne e equipe,sempre á frente!!! Comece o ano com um novo sorriso! Sorria com a ORAL SIN! VOCÊ PODE! SIM,VOCÊ PODE! Ligue e agende já a sua avaliação totalmente gratuita! 43  3158 3008   IBIPORÃ

Fotos – Dirceu Junior

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MÃES,VOCÊS SÃO DEMAIS!

MÃES,VOCÊS SÃO DEMAIS!

A TODAS AS MÃES..,,,,
Que vida louca levamos nós, mães modernas, mães do século 21, mães de filhos únicos, ou de muitos filhos que se tornam únicos pelo pouco tempo que conseguimos ter para cada um…
Que vida louca temos nós, que acordamos ao raiar do dia e saímos para o trabalho delegando a outras, que em casa deixam seus filhos também, que sejam as mães que nossos pequenos não tem…
Que vida louca temos nós que somos mães por telefone em tempo integral, que fazemos de nosso horário de almoço um momento para checar a lancheira, arrumar uniforme, fazer “Maria chiquinhas” e ter tempo de lembrar as antigas mães e mandar seu filho escovar os dentes…
Que vida corrida temos nós, cheia de horários marcados com momentos de ser mulher, mãe, amiga, esposa, profissional, namorada… somos muitas e as vezes não conseguimos ser tudo…
Vivemos uma rotina que rotina mesmo quase não tem, pois o dia é sempre um mistério para aquelas que tem filhos, afinal nunca sabemos se o dia que começou é o dia marcado para a dor de garganta chegar, ou para a prova surpresa de matemática, ou para briga com o amiguinho na escola, ou para pesquisa sobre o relevo que ele esqueceu de te avisar…
Sabemos apenas que vivemos assim….
Acordar… trocar de roupa para o trabalho, esperar pacientemente que sua secretária do lar não falte, olhar seu filho dormindo por mais alguns minutos e ter vontade de ficar com ele só por hoje um dia inteiro, sair de casa, despedir-se do filho e dar muitas ordens a empregada que a deixam perdida… ir para o trabalho, ser profissional, ser mulher moderna, ser guerreira, lutar pra vencer, fazer a diferença no mundo profissional…
Ligar ao longo do dia para marcar pediatra, fugir correndo do serviço para assistir a apresentação da escola no dia das mães, procurar alguém para buscar seu filho na escola porque hoje apareceu uma reunião e não tem como ir, e sempre acabar contando com a sua mãe para te fazer esse eterno favor…
Correr, preocupar-se, desdobrar-se vencer o dia, e ainda chegar em casa checar a tarefa, supervisionar o banho, fazer mil e uma perguntas sobre o dia de seu filho, sentir-se culpada por não ser mais presente, brincar, dar atenção, cantar uma música, ler uma história, assistir pela bilionésima vez o filminho da Disney e acabar adormecendo ali, na caminha de solteiro ou do lado do berço, cansada, mas realizada por ter sido por mais um dia MÃE…

HOMENAGEM DO KITTYONLINE 

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Direitos reservados – kittyonline

PROTEJA SEU CÃOZINHO DA LEISHMANIOSE – DR EDGAR HOSHI – VILLA PET

PROTEJA SEU CÃOZINHO DA LEISHMANIOSE – DR EDGAR HOSHI – VILLA PET

A leishmaniose visceral canina (LVC) possui como agente etiológico o protozoário Leishmania donovani chagasi, transmitido por meio da picada do mosquito Lutzomyia longipalpis (popularmente conhecido no Brasil por mosquito palha) que está contaminado com o parasita em questão. Esta doença é uma zoonose, ou seja, é transmitida dos seres humanos para os animais e vice-versa, acometendo, em especial, o cão doméstico. Neste último, ao contrário do que acontece nos humanos, a doença normalmente acomete animais sadios.

1- Quando é que se deve suspeitar de leishmaniose visceral num cão?

Sempre que o cão apresentar o conjunto de sintomas da doença, ou seja,emagrecimento, descamação da pele, queda de pelos, desânimo, olhar triste, os olhos remelentos e as unhas crescem muito.

2- O cão pode estar com leishmaniose sem apresentar sintomas?

Sim. Nas áreas onde existe transmissão de leishmaniose visceral a maioria dos cães que se infectam não apresentam sintomas.

3- Existem áreas de transmissão de leishmaniose visceral canina em Santa Catarina?

Até o momento a única área de transmissão de leishmaniose visceral fica no município de Florianópolis, na região da Lagoa da Conceição. Os primeiros casos caninos foram diagnosticados em 2010. Até o momento não existem casos humanos de leishmaniose visceral adquiridos em Santa Catarina.

4- O que pode ser feito para proteger o cão contra a leishmaniose?

O principal modo de proteção é evitar que seja picado pelos flebótomos (mosquitopalha),por isso é recomendado utilizar coleiras impregnadas com Deltametrina a 4%. As coleiras devem ser utilizadas em todos os cães, mesmo naqueles que tiverem sido vacinados.É importante ressaltar que o uso das coleiras não pode ser interrompido. Elas devem ser sempre substituídas quando perderem o prazo de validade.

5- Adianta vacinar?

A vacina pode ter efeito protetor para o animal vacinado, mas mesmo assim ele ainda corre risco de se infectar, pois a vacinação não confere 100% de proteção

6 -Qualquer cão pode receber a vacina?

Não. Só podem ser vacinados os cães maiores de 4 meses, sem sintomas de leishmaniose e, também sem anticorpos para Leishmania no sangue, isto é, aqueles que foram testados e tiveram resultado sorológico negativo.

7 -Que tipos de vacinas existem?

Atualmente existe apenas uma vacina que, após ser analisada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e pelo Ministério da Saúde (MS), obteve autorização para ser fabricada e comercializada, a Leish-Tec da empresa “Hertape Calier Saúde Animal”.

8 -O cão vacinado pode pegar leishmaniose visceral canina?

Sim, pois cada animal responde à vacinação de acordo com sua capacidade imunológica. Segundo o fabricante, a proteção conferida pela vacina é de 96,41%, ou seja,não chega a 100% dos animais. Entretanto estudos que compararam animais vacinados e não vacinados mostraram uma eficácia da vacina de 71%. Deste modo, mesmo o cão vacinado pode se infectar com Leishmania e assim virar uma fonte de infecção (reservatório do parasita) para os “mosquitos-palha”.

9 -Vacinar os cães diminui o risco de transmissão de leishmaniose visceral para as pessoas ou animais?

Não se sabe. Os estudos realizados não avaliaram o impacto do uso da vacina na redução da incidência da doença em humanos. Desta forma, a Leish-Tec pode ser utilizada apenas como medida de proteção individual para os cães.

10- O que deve ser feito se um cão vacinado vier a apresentar sorologia positiva?

A sorologia positiva é interpretada como sinal de que houve a infecção pela Leishmania visto que a vacina tem falhas. Portanto, o animal é tido como portador de leishmaniose e está sujeito às medidas sanitárias vigentes.

11 -Animais com sorologia positiva podem transmitir o parasita (Leishmania) para o vetor (mosquito-palha) mesmo se não tiverem sintomas da doença?

Sim. Na natureza os cães são os reservatórios do parasita Leishmania chagasi/infantum, por isso eles raramente adoecem. No entanto, mesmo aparentemente saudáveis, eles ficam com a pele muito parasitada. Quando o mosquito-palha (flebótomo) pica o cão, suga os parasitas da pele junto com o sangue e se torna um transmissor da doença (vetor), podendo passá-la para outros cães ou para as pessoas.

12 -Tratar os cães doentes ou soro positivos poderia ajudar a controlar a disseminação da doença?

Infelizmente o tratamento dos cães não ajuda. Os cães tratados melhoram temporariamente, mas continuam com o parasita na pele mesmo estando sem sintomas,porque são os reservatórios naturais deste parasita. Se o cão infectado não for eliminado continuará sendo fonte de infecção para os flebótomos e oferecerá risco de transmissão de leishmaniose visceral para as pessoas. A leishmaniose visceral humana, se não for tratada a tempo, mata.

13 -Existe algum medicamento liberado pelo MAPA (Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento) para o tratamento da leishmaniose visceral canina (LVC)?

Não. Atualmente o MAPA não tem nenhum medicamento liberado para o tratamento de cães. Além disto, a Portaria Interministerial nº 1.426/2008, proíbe o tratamento de cães com produtos sem registro no MAPA, bem como a importação de medicamentos para tratamento de LVC. Deste modo, tanto o proprietário do cão quanto o médico veterinário estarão sujeitos às penalidades previstas caso desrespeitem a referida Portaria.

14 -Vacinas contra leishmaniose podem ser utilizadas para o tratamento da doença em cães?

A vacina só está indicada para animais sadios, com sorologia negativa, para proteção individual do animal. Elas não têm efeito curativo, pois como já foi explicado, os cães permanecem parasitados mesmo depois da cura clínica, que é a melhora dos sintomas.

15- Os medicamentos utilizados para o tratamento da leishmaniose visceral humana podem ser usados para tratar a LVC?

Não. A Portaria Interministerial nº 1.426/2008 proíbe o uso de medicamentos humanos para tratamento canino de leishmaniose. Essa proibição deve-se ao fato de que o uso rotineiro dessas drogas no tratamento de cães, favorece o surgimento de protozoários resistentes. As drogas disponíveis para tratamento humano da leishmaniose visceral são poucas, se o parasita criar resistência a elas poderia ficar muito difícil tratar os casos humanos e isso aumentaria o número de óbitos.

Fonte – Dr Edgard Hoshi – Médico veterinário e Professor de medicina veterinária Unopar

Veja os erros mais cometidos na hora de dar comida aos cachorros

Veja os erros mais cometidos na hora de dar comida aos cachorros

Veja os erros mais cometidos na hora de dar comida aos cachorros

Erro 1 – Dar a sua comida ao seu cachorro durante a refeição

Dar só “um pouquinho” do que está comendo é um erro comum e prejudicial ao cão

Se a nossa comida já tem um aroma tão convidativo para nós, imagine para os cachorros, que têm sensores olfativos muito mais complexos. O nariz humano tem 6 milhões de receptores olfativos, enquanto o de um cachorro tem incríveis 300 milhões. Para eles, a nossa comida terá um cheiro realmente tentador e é dificil resistir aos olhos pidões, acompanhados de súplicas carinhosas.

Você fica perguntando: “afinal de contas, que mal pode haver em compartilhar um pedacinho da delícia que estamos saboreando com o nosso melhor amigo?” Alimentá-lo com uma comida que, muitas vezes, não é própria para cachorros, mesmo que as julgue saudáveis, pode causar muitos danos à saúde do seu animal. O  tomate, por exemplo, é uma fruta muito saudável, rica em fibras, betacaroteno e vitamina C, porém, para cachorros, pode ser fatal, fazendo-os desenvolver dolorosas úlceras.

Além da questão da saúde, existe o fator comportamental, o dono que cede aos latidos, choros e gestos está incentivando esse comportamento desagradável e ainda ensinando que chorar e latir é uma maneira de se conseguir o que quer. Nessa hora, vale ser forte e resistir, pode parecer difícil e até cruel ignorar um cãozinho que implora por só um pouquinho daquilo que você está comendo, mas, acredite, é para o bem dele.

Erro 2 – Escolher a ração errada

No que diz respeito à alimentação dos pets, os erros são sempre cheios de boas intenções.

Existem, no mercado, inúmeras marcas de ração que produzem alimentação específica para vários tipos de condições, desde para cães com obesidade até com pele sensível, e um erro tão grande quanto  ignorar essas necessidades especiais é diagnosticá-las sem um veterinário competente.

Ler o rótulo de uma ração especial e acreditar que é compatÍvel com alguma necessidade do seu pet pode causar sérios e irreversíveis danos, desde problemas renais, por excesso de sais minerais, até desnutrição, infertilidade e deficiência do sistema imunológico.

Sempre dê preferência às rações secas, além de colaborarem com a higiene bucal ,o atrito com os dentes ajuda a eliminar o tártaro, elas são mais práticas e têm uma durabilidade maior. 

Erro 3 – Dar ossos aos cães e não supervisioná-los

Dar ossos aos cães pode ser perigoso

A grande maioria das pessoas não dá aos seus cachorros ossos de galinha, pois estão cientes do risco de quebrarem com ponta, o que pode machucar o animal seriamente, mas não veem problemas nos outros tipos de ossos. Afinal, nada mais natural do que dar um ossinho ao seu melhor amigo!

De fato, ossos, além de recreativos, podem ser grandes aliados na higiene bucal do cachorro e uma ótima maneira de liberar a ansiedade, mas entregar um osso ao cachorro e deixá-lo roer sem nenhum tipo de vigilância pode ser perigoso.

Ao mastigá-los e quebrá-los em fragmentos menores, o cão pode machucar a língua, a gengiva e até mesmo os dentes. Esses pequenos pedaços podem ser facilmente aspirados, alojando-se na traqueia, impedindo a respiração e tendo de ser retirados por meio de endoscopia. Em alguns casos, o pedaço de osso pode obstruir o intestino, quadro grave que requer cirurgia.

Caso o seu cãozinho goste de ter algo para mastigar, o osso é uma boa opção, todavia dê-lhe com supervisão. A dica é ter atenção! 

Erro 4 – Petiscos aos cachorros

Dar petiscos aos cães nem sempre são uma boa ideia

Com o intuito de agradar e não colocar a saúde do animal em risco, donos optam pelos petiscos para cachorros por acreditarem que são seguros, justamente por serem próprios para o animal, entretanto não é bem assim.

Muitos snacks são cheios de substâncias que, além de fazerem mal à saúde, podem alterar o comportamento do cão. Petiscos podem ser ricos  em corantes, conservantes, calorias, sódio, açúcar e até cafeína, podem causar cáries, problemas estomacais e até hiperatividade. Por serem feitos para cães, os valores nutricionais escapam até dos olhos mais críticos, mas requerem muita atenção e devem ser consumidos com equilíbrio e em pequenas quantidades.

Ceder aos caprichos de seu cachorro, especialmente no que diz respeito a petiscos fora de hora, pode também resultar em obesidade.O ideal é usá-los como recompensa, para reforçar um bom comportamento. 

Erro 5 – Deixar o potinho de ração sempre cheio

O ideal é criar uma rotina e alimentar o cão  de 2 a 3 vezes por dia.

Deixar o potinho de comida sempre cheio possivelmente encorajará seu cão a comer mais que o necessário, o que pode contribuir para um quadro de obesidade, além de propiciar um inadequado ambiente desregrado, sem horários. É importante que cachorros tenham uma rotina.

O pratinho de ração sempre à disposição do animal também se torna um convite bastante atraente para visitantes não muito bem-vindos, como ratos e baratas, o que pode, inclusive, contaminar a comida do bichinho e expô-lo a doenças.

O mais adequado é criar uma rotina, ter um horário certo, de 2 a 3 vezes por dia, para a alimentar o cachorro e, caso ele não coma no momento estipulado, é sinal de que ele simplesmente não está com fome e certamente se satisfará na próxima refeição. 

Corrigir esses erros é simples

Mudar a maneira como alimenta seu pet pode trazer mais saúde e qualidade de vida.

Quando o assunto é a alimentação do seu amigo peludo, devemos sempre considerar sua segurança e bem-estar, evitando dar restos de comida e alimentos que já passaram do prazo de validade.

Lembre-se também de que o que é saudável para o ser humano não é necessariamente bom para o seu cachorro.

A lista de alimentos que não devem ser dados aos cães é longa, desde uvas passas até abacate, ambos podem causar problemas renais. Na dúvida, é sempre bom consultar um médico veterinário.

Dr Edgard Hoshi- Médico Veterinário

Serviços – Villa Pet – Veterinária e Pet Shop – 43 3158 2030 – 3158 2627 PLANTÃO 24 HORAS DE SEGUNDA A SEXTA